A Regispel, apresentou no Autocom 2010 a nova bobina para ECF desenvolvida segundo as normas aprovadas pela COTEPE. O produto é desenvolvido em papel térmico exclusivo para este segmento, com inúmeras características técnicas que o diferencia do suprimento anterior.

A bobina é desenvolvida com papel da Fibria denominado KPR 55. Ela apresenta uma camada térmica com qualidade superior aos outros Termoscripts. “O papel, por determinação do COTEPE, possuirá fibras aparentes” declara Eduardo Valassi, gerente de desenvolvimento de produto da Regispel. “Essa medida facilitará a identificação deste papel, tanto pelo usuário, quanto para o consumidor”, complementa Eduardo.
Além disso, o papel possibilitará que os dados impressos permaneçam inalterados por um período de 7 anos, desde que sejam respeitadas as condições ideais de armazenamento. “O papel não pode ser exposto ao sol, ambientes úmidos e fontes de calor, além de evitar o contato com água, plásticos e solventes”, declara Vivian Palmieri, engenheira de aplicações da Fibria. A qualidade na impressão da imagem também é um item de evolução do novo produto.
Com esse lançamento, a Regispel apresentou em primeira mão ao mercado a bobina desenvolvida segundo as normas aprovadas pela COTEPE no último dia 17 de março. “Esta regulamentação busca normatizar e moralizar o mercado de bobinas para ECFs, antes o papel podia ser fabricado com qualquer tecnologia térmica, sem com isso se atentarem à obrigatoriedade de legibilidade de 5 anos do cupom fiscal” conclui Eduardo.
Com as novas regras os papéis serão submetidos a testes de resistência física e química, desenvolvidos em laboratórios credenciados pela COTEPE. Os ensaios acontecerão através de roteiro pré-estabelecido e após a aprovação o papel receberá um laudo de conformidade. Além disso, os convertedores interessados em produzir este suprimento se submeterão a um cadastramento via COTEPE não poderão apresentar dívidas ou pendências com o FISCO.
A regulamentação para que os fabricantes passem a produzir papel térmico com maior durabilidade já foi publicada no Diário Oficial da União. Mas, a fiscalização só deve começar em novembro. É que, segundo as indústrias, ainda há um estoque grande de papel térmico antigo.
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